Uma das maiores bancos do Brasil, a Caixa Econômica Federal perpetua em São Gotardo o que existe de mais atrasado no universo, a denominada fila indiana. De todas as repartições de atendimento, incluindo bancos e orgãos públicos, as Agências Lotéricas de São Gotardo são, longe, as campeãs no quesito "Fila de espera, na rua, sem assento, sob sol escaldante".
Pautados nos fundamentos e princípios cooperativistas, o SicoobCredisg, com matriz de suas operações de crédito em São Gotardo, dispõe de condições favoráveis e essenciais para lidar com as mudanças e instabilidades do cenário econômico. Graças a esta mobilidade, autonomia de gestão e liberdade na tomada de decisões, se distingue como a única instituição financeira verdadeiramente de São Gotardo, o que não é pouca coisa. Esta singularidade se confirma, ao atestar seu compromisso com o desenvolvimento e com os interesses, tanto de seus associados, como de toda a comunidade são-gotardense.
No decorrer da Assembleia Geral realizada no dia 29 de março, foi apresentado o balanço das operações do exercício de 2018 e a leitura dos pareceres do conselho fiscal e da auditoria independente. Como veremos a seguir, além de prestar contas de suas operações financeiras aos seus associados, ficou evidente que as chamadas sobras (o lucro obtido nestas operações) são repartidas entre os associados do SICOOBCREDISG. Ou seja, os recursos ficam aqui. E não é só isso, a Credisg se distingue também como sendo uma instituição financeira que investe pesadamente em projetos e ações sociais, beneficiando trabalhadores, empresários, estudantes, entidades assistenciais do município, cursos de formação e parcerias das mais diversas.
É por estas e outras que se tem veiculado e reforçado em suas campanhas publicitárias esta marca singular, com orgulho e convicção: "SICOOBCREDISG, uma instituição financeira verdadeiramente de São Gotardo”.
Como determina o estatuto e os regimentos internos da instituição, o Conselho de Administração e a Diretoria executiva apresentaram aos cooperados o desempenho da cooperativa, assim como as demonstrações contábeis do ano de 2018. Foram prestados todos os esclarecimentos e deliberados assuntos que estatuariamente são de prerrogativas da assembleia. O presidente do Conselho de Administração, Sr. Noé Rafael Galvão, presidiu a reunião e os diretores, fizeram a exposição do balanço geral, bem como dos serviços que são prestados pela cooperativa.
O diretor de negócios, João Eder Sales, após a abertura, fez a apresentação dos números e gráficos das demonstrações financeiras e contábeis da Cooperativa. Ficou evidenciado o enorme diferencial entre uma cooperativa de crédito e os bancos tradicionais. Em primeiro lugar a transparência, em segundo, a participação direta dos associados nas decisões. Além de não pagar taxa de manutenção de conta, entre outros benefícios, o SICOOBCREDISG disponibiliza uma ampla linha de crédito com taxas mais baixas que as normalmente oferecidas pelo mercado.
O volume de depósitos era R$124,9 milhões em 2016, deu um salto para R$143,1 milhões em 2017, retornando em 2018 ao patamar anterior com um volume de R$129,6 milhões de reais. Esta estabilidade é um poderoso referencial, traduzindo em números o grau de confiança dispensado à cooperativa de crédito de São Gotardo.
Ao final da Assembleia o Diretor de negócios João Eder conduziu, juntamente com os funcionários do SICOOB CREDISG, uma homenagem a Sra. Itália e aos demais conselheiros que estarão deixando o cargo. Foram ressaltados os agradecimentos aos senhores Jose Freud Mesquita Londe, Tamio Sekita, Lazaro Barbosa e a Sra. Itália de Mello Castro, pelos relevantes serviços prestados, por todos eles, a instituição.
Além de ser isento da tarifa de manutenção de conta, os associados dispõem de uma ampla linha de crédito com os juros bem abaixo da média do mercado. Entre as linhas oferecidas está o crédito pessoal, com taxa a partir de 1,17% ao mês, conta garantida, para pessoa jurídica, variando de 2 a 4% ao mês, antecipação de recebíveis, com taxas entre 1,8% a 2% ao mês, cheque especial, cujas taxas cobradas estão entre 2% e 6% ao mês e o crédito rotativo, a 1,5% ao mês. A cooperativa também disponibiliza as tradicionais linhas de crédito rural, com taxas variando entre 2,5% a 8,75% ao ano.
Através do programa SICOOB-EDUCAÇÃO, com recursos do Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social, (FATES), o SICOOBCREDISG, destinou R$390 mil reais, distribuídos em 130 bolsas de estudo aos associados e/ou seus dependentes e funcionários. Cada um dos 130 contemplados, através de sistema de pontuação, vai receber R$3.000,00. O subsídio poderá ser utilizado por estudantes de curso técnicos-profissionalizantes, equivalentes ao 2º grau, graduação e pós-graduação, em cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação, em instituições públicas ou particulares.
Nas cooperativas e no SicoobCredisg, o lucro, chamado de sobras, fica no próprio município onde está instalada a cooperativa, bem diferente dos bancos ou até de outras cooperativas que abrem agências em município fora de sua sede. Nestas instituições os recursos e os lucros obtidos são transferidos para outras regiões, pois é lá que estão seus proprietários. Isso faz toda a diferença se levarmos em conta que os milhões de reais distribuídos entre os associados ajudam a movimentar a economia local, gerando emprego e renda no município, ou seja, a riqueza é retida na comunidade. Vale ressaltar, que além dos recursos distribuídos, os associados do SicoobCredisg economizaram em média R$5.662,00 no ano de 2018, pois tiveram acesso de linhas de crédito com taxas bem abaixo das que são praticadas pelo mercado.
As sobras geradas pelos negócios com os associados foram distribuídas de forma linear, através de pagamento de juros ao capital, a taxa de 100% da variação da SELIC. Os associados que mantiveram média de saldo positivo em conta corrente, ficaram com 60% das sobras, os que fizeram aplicações financeiras, 20% e os que realizaram operações de crédito, 20%. Portanto a cooperativa distribuiu suas sobras de forma justa com os seus associados, remunerando o capital de todos e devolvendo aos que mais movimentaram o restante das sobras obtidas.
Entende-se por movimentação: saldo médio em conta corrente, aplicações financeiras e juros pagos sobre operações de crédito; ou seja, quem movimenta mais, recebe mais. Com esta regra simples cada cooperado participa diretamente do retorno obtido com as operações financeiras ao longo do ano.
Ainda que pratique taxas extremamente baixas o Sicoob Credisg ocupa posições de destaque nos cenários do cooperativismo de crédito de Minas Gerais, ficando entre as 10 cooperativas que mais geram sobras.
Conforme foi apresentado pela diretora administrativo, Sra. Itália, ao longo de 2018, o SicoobCredisg exerceu papel de relevância em mais de uma dezena de projetos de capacitação técnica, educacionais e sociais, beneficiando inúmeras pessoas e entidades assistenciais, como o PROMAM, Lar do Idoso, Abrigo Lar Renascer, na área do esporte, Academia Scorpions, Escolas de Futebol, Inter-SG, RANGER, e ajuda humanitária, Caminhada Passos que Salvam, Anjos da Guarda. A partir do Dia C, vem promovendo eventos culturais que incluíram iniciativas como coleta de lixo eletrônico, doações de sangue, contribuições para o hospital do câncer, feijoada do bem, e mais.
No setor empresarial, com o apoio de SEBRAE e em parceria com a CDL/ACISG, investiu recursos em diversos treinamentos e workshops, com temas de como ser MEI na prática, Industria 4.0, seminário de empreendedorismo e cooperativismo em parceira com o CESG. Apoiou e patrocinou a realização de eventos como a FENACAMPO, encontro de cafeicultores, curso de gestão na atividade leiteira e cafeeira e outros.
Como determina legislação, o estatuto e o regimento eleitoral da Cooperativa, foram eleitos, por aclamação entre seus associados, os novos membros do Conselho de Administração. São eles: Antônio Barbosa de Menezes, Fábio Massao Sakuma, Hugo Massakazu Shimada, Itália de Mello Castro, Noé Rafael Galvão, Valfrido Garcia Bueno e Vander Ricardo Massochini. Depois de ocupar o cargo de Diretora Administrativo da cooperativa, desde a sua fundação, a Sra. Itália deixará a Diretoria e passará a atuar como conselheira da instituição.
A ação visa eliminar todos os focos e possíveis criadouros do mosquito da dengue, bem como reforçar a necessidade de um permanente cuidado por parte da população com a limpeza de lotes e quintais da cidade e dos distritos. Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas da prefeitura, é importante que a população entenda seu papel na interrupção do ciclo de vida do Aedes aegypti, através da eliminação dos criadouros e de seus possíveis ovos.
A equipe de limpeza passa recolhendo garrafas, isopor, brinquedos, latas, pneus, plásticos, lonas, bacias, bidês, vasos sanitários, caixas de descarga, fo-gões, sofás. De acordo com uma das funcionárias é ainda preocupante e assustador a quantidade de lixo acumulada em quintais de boa parte das casas da cidade.
O último boletim da vigilância epidemiológica de São Gotardo, de janeiro a 17 de abril, foi registrado um total de 104* notificações de dengue. Um número menor que em outros municípios da região, mas ainda assim, preocupante.
(*) Dados atualizados em 17 de abril de 2019.
Foi só a partir de 2015, com a aprovação de uma Lei municipal específica, que o transporte público no mu-nicípio de São Gotardo passa a ser normatizado e regulamentado - ainda que circunscrito ao plano legal. Até então esse tipo de serviço funcionava ilegalmente, sem qualquer controle. Quem decidia o preço das passagens, se haveria circulação ou não de coletivo entre os bairros da cidade, horários de saída e chegada, segurança e condições técnicas dos veículos... tudo isso, era estabelecido pelos próprios donos de ônibus ou de empresas que atuavam no setor.
Convêm lembrar que, por se tratar de uma prestação de serviço público, o Sistema de Transporte Coletivo deveria ser regulado e comandado em acordo, não com os interesses das em-presas, mas dos usuários e de toda a população.
Dada a sua extensão e complexidade, não foi tarefa simples ou fácil concluir o processo de regulação e implantação do sistema de transporte coletivo municipal, e que passa a vigorar plenamente a partir deste mês de março de 2019. Pra se ter idéia das dimensões do desafio, basta citar que foram necessários cerca de 5 anos para sua conclusão final. Os trâmites, desde a elaboração do projeto de lei e aprovação do decreto legislativo pela Câmara Municipal, foram mais de 2 anos de discussão e debates acalorados. A partir daí, foram necessários mais 3 anos para que chegasse a termo o edital de licitação: um calhamaço de regras, termos técnicos, e um sem número de critérios e exigências legais.
Como ficou estabelecido em Lei, uma só empresa assumiria todo o serviço do transporte público de passageiros, incluindo aí, tanto a circulação de Coletivo entre os bairros da cidade como o transporte de passageiros entre a cidade e os quatro distritos e povoados do município, a saber: Guarda dos Ferreiros, Capelinha do Abaeté, Vila Funchal e Cerca Velha( e três Capóes).
No dia 12 de dezembro último foi realizado o pro-cesso licitatório em concorrência pública. Venceu a empresa que, além de atender e se comprometer a cumprir todas as cláusulas de qualidade, eficiência e es-trutura operacional constantes no contrato, ofertou o menor preço das passagens. Só a partir da assinatura do contrato é que se colocou em prática o processo de adequação e reorganização dos Pontos de parada de ônibus - o desfecho final. Também aí, a escolha dos locais demandou longos estudos, que levaram em conta os trajetos pré definidos por onde circulariam os ônibus, as condições adequadas de saída e parada, os pontos de melhor acessibilidade, critérios de consonância com as demandas e o próprio fluxo de veículos, etc. Esta fase final, qual seja, a fixação dos pontos de parada, representou, simbolicamente, o sinal verde para o tão aguardado início das operações de transporte coletivo do município.
Por tudo isso, pela soma de esforços da Administração municipal, do Poder Legislativo, do grupo de técnicos e funcionários do setor de obras, que se debruçou por dias e noites para a consolidação de todo o processo; pelos empresários que assumiram a tarefa de colocar em movimento toda esta máquina denominada Transporte público municipal, São Gotardo dá um vigoroso passo rumo ao futuro. Quem ganha é toda a população: o idoso que agora pode visitar sua filha no outro lado da cidade; o trabalhador que percorre longas distâncias para garantir o sustento da família, a dona de casa que pode ir ao centro fazer suas compras e retornar com tranquilidade, e todos que necessitem se locomover entre bairros e área central da cidade - assim como nos percursos cidade/distrito... pela segurança e conforto dos usuários, e tantas outras conquistas que a implantação do sistema passa a oferecer.
Ao longo das primeiras semanas de funcionamento, ajustes serão feitos. Medidas de adequação visando aprimorar o serviço ofertado à população serão tomadas. O importante é que agora, pode espalhar a noticia que São Gotardo conta com um sis-tema de transporte público á altura.
Catraca: um novo e moderno sistema de controle e cobrança passa a funcionar nos ônibus de transporte coletivo.
Com a implantação do sistema, o bem vindo ordenamento dos pontos de parada
Dezenas de reuniões foram realizadas até se chegar ao modelo definitivo.
Compartilhada pelos políticos/homens públicos e seus eleitores, prevaleceu ao longa da história de São Gotardo, uma insana mentalidade, um atentado aos princípios mais elementares da lógica e do bom senso: o permanente menosprezo pela construção de Redes Pluviais nas ruas e bairros da cidade. Imperava até o início desta década o discurso comum: Rede pluvial(obra que ninguém via) não dá voto; é melhor ir logo asfaltando, aí, tudo fica mais bonito de se ver.
O amargo preço desta insensatez vem sendo quitado em prestações anuais, não por coincidência, exatamente no período chuvoso. Nestas temporadas de muita água escorrendo pelas ruas, entre morros e ladeiras abaixo, pagamos pelos nossos pecados. O manto da ignorância não nos dá o direito de xingar o prefeito atual pela voracidade das enxurradas, e pelas centenas de buracos que ficam em seus rastros. Não, o culpado está na velha cultura de se deixar levar pelo populismo fácil, pela mentalidade de políticos que abrem mão de suas responsabilidades em troca do voto de quem se engana e é enganado.
Nossa reportagem saiu às ruas para fotografar os estragos da atual temporada de chuvas. Buracos, crateras, vias danificadas se espalham por praticamente todos os bairros da cidade. Eles são resultados diretos, visíveis a olho nu, da ausência de Redes Pluviais na cidade. Além dos inconvenientes que causam a moradores e motoristas, representam um alto custo para os cofres públicos. São os preços da dívida que ano a ano quitamos pelas decisões equivocadas do passado.
No bairro Liberdade, por exemplo, enquanto fotografávamos uma cratera no meio da rua, um morador veio nos mostrar um vídeo que registrava o rio de água suja que passava bem na sua porta, durante uma chuva. Cenas de pavor. Falando em pânico, uma moradora do bairro Águas claras, no distrito de Guardas dos Ferreiros, nos mostrou também um vídeo onde praticamente todas as ruas do bairro( sem rede pluvial) viravam rio, com água invadindo casas, (uma verdadeira lagoa urbana).
Fizemos uma rápida pesquisa para saber quais os bairros da cidade de São Gotardo não dispunham de Rede Pluvial. A resposta? Praticamente todos. Dos mais antigos, como o Alto da Bela Vista e N. S. de Fátima, até empreendimentos recentes, como o bairro Mansões do Lago e Geraldo Marques. Apenas os bairros Novo Mundo e Saturnino Pereira dispõem de rede pluvial em todas as ruas.
Ao longo das últimas décadas, dada a gravidade da situação, em algumas ruas constatamos as providenciais Bocas de lobo, principalmente nas partes baixas da cidade.
Ps. É preciso reconhecer que a partir da atual administração, não se aprovam mais projetos de loteamentos ou abertura de ruas sem projeto e instalação de redes pluviais.
Muito bem vindas as obras de arejamento e revitalização da Praça da igreja. Um dos pontos mais nobres da cidade se vê finalmente livre daqueles caixotes inúteis e de um banheiro em péssimas condições de uso.
As reformas e recuperação do piso - e consequente ampliação do espaço dedicado ao fluxo de pedestres -; o plantio de novas espécies ornamentais, além de reformas nos canteiros que estavam danificados, fazem parte de um amplo projeto de revitalização da Praça Sagrados Corações, Esta iniciativa da Administração Municipal, através de sua secretaria de obras, devolve à tradicional praça a importância que merece.
Há cerca de 3 meses, a bem da memória, o jornal Daqui ressaltou, em reportagem especial, a necessidade das obras, que agora se concretizam.
Hoje, o excesso de veículos e pedestres que transitam na área central da cidade vem criando transtornos como disputas por preferência, lentidão e congestionamentos - principalmente nos horários de pico. O semáforos instalado ajudou, mas não resolve todo problema.
Apontado como demanda prioritária está o completo reordenamento do sistema de uso das áreas de estacionamento, totalmente saturadas. Uma das propostas em estudo é a implantação da Faixa Azul, bem mais complexa; mas este é tema para uma outra reportagem. Hoje o assunto é outro: A criação de estacionamentos específicos para motocicletas.
A inexistência de normas que regulem a destinação de pontos específicos, ordenando o uso mais racional do disputadíssimo espaço de vagas, cria uma série de transtornos, tanto para os veículos de quatro rodas, como de duas. O resultado que advém daí são conflitos permanentes entre um e outro.
A situação conflitante gera uma série de consequências. Quando motocicletas, por exemplo, estacionam em espaços entre dois veículos, os mesmos, no momento da manobra de entrada e saída, colidem com as motos, derrubando-as, às vezes. ou então, limitando e dificultando o espaço para manobras.Outra inconveniência está na ocupação de espaço excessivo: uma moto chega a ocupar uma extensão, muitas vezes desnecessária, que caberia um carro.
Muitos municípios têm destinado vagas exclusivas para motos justamente para evitar essa proximidade física no momento de estacionar.
A primeira situação que se coloca é se o motociclista estaria obrigado a utilizar apenas as vagas exclusivas, ou se continuaria autorizado a estacionar nas demais vagas, por não existir proibição expressa. A questão é que outros veículos não podem estacionar na vaga exclusiva de motos, mas as motos não estariam proibidas de estacionar em outras vagas(?), desde que não haja proibição expressa por meio de sinalização, ou seja, além de sinalizar as vagas exclusivas haveria necessidade de proibir em outras.
Outro detalhe interessante é a posição como a moto deve ser estacionada. Atualmente o § 2º do Art. 48 do CTB prevê que o estacionamento de veículos de duas rodas é feito perpendicularmente à guia da calçada, porém não há nada que determine que seja a roda dianteira ou traseira aquela que estará junto à guia, possibilitando ao motociclista tanto estacionar de ré e sair de frente (como tradicionalmente é feito) quanto de forma contrária.
Criar áreas exclusivas para estacionamento de motos em determinados trechos de ruas da área central da cidade já é medida mais que necessária. Partindo de um estudo para avaliar a demandas: Em ruas onde houver estacionamento regulamentado para motocicletas, elas não podem ser estacionadas em vagas de carro, e vice-versa.
Esta regulamentação significa mais ordem e segurança tanto para carros como para motos. Um conjunto de normas, especificadas em Lei municipal a ser discutida e aprovada pela Câmara Municipal, deve cuidar de pormenores, como: destinação trechos de ruas para a finalidade específica; aplicação de multas e remoção dos veículos que invadirem áreas para uso específico, seja moto ou carro, etc.
Vale a reflexão: houve perdas ou ganhos com a instalação de um Parque de diversões ao lado da lagoa do Balneário? As opiniões se dividem. Umas contra, outras a favor. Os defensores, alegam mais oportunidade de diversão pra criançada; Outros questionam a escolha do local, devido aos riscos de poluição e a proximidade com a fonte de captação da água servida em nossas torneiras. A polêmica é inevitável.
Informações extraoficiais revelam que não houve cobrança de aluguel pelo uso de uma área pública por uma empresa privada, e com fins lucrativos . A prefeitura justifica que a lei impossibilita e/ou dificulta a cobrança em dinheiro, restringindo-se ao valor pago pelo Alvará de funcionamento; Como uma espécie de compensação o acordo para a seção do local incluiu a liberação gratuita os brinquedos para crianças de instituições assistenciais, além da doação de cestas básicas por parte dos donos do empreendimento 'Corinto Center Parque' . Essas mesmas fontes afirmam que foi assinado termo de compromisso para que o local fosse entregue sem danos materiais e ambientais.
Acordos à parte, permanecem as dúvidas sobre os critérios que regulam - se é que existem - a realização de eventos populares no local. O mais sensato seria elaborar um conjunto de normas que definam o que pode e o que não pode, buscando conciliar a bem vinda exploração do espaço como fonte de lazer, com os princípios de conservação e proteção ambiental daquele que é o principal cartão postal de São Gotardo, a Lagoa do Balneário e seu entorno.
1- Fontes da prefeitura informaram que estão à cata de documentos técnicos sobre a construção e regularização da barragem. Dizem que parte destes documentos se perderam em um incêndio dos arquivos. A expectativa é aguardar por providências que atestem as condições de segurança e providenciem estudos e medidas de prevenção contra acidentes. O JD vai continuar acompanhando e cobrando.
2 - Pela enésima vez lembramos às autoridades competentes( prefeitura ou Copasa?) do descaso com a segurança das pessoas que transitam pela orla da lagoa. A ausência de uma passarela para pedestres( foto acima) obriga os transeuntes a utilizar a estreita pista exclusiva para automóveis, colocando suas vidas em risco permanente. Trata-se de uma irresponsável displicência.
Foi levado a júri popular o réu Halisson Nogueira, e autor confesso de um homicídio ocorrido no distrito de guarda dos Ferreiros no ano de 2016. O julgamento, realizado no último dia 22 de fevereiro no forúm de São Gotardo, foi presidido pelo exmo. juiz da Comarca, Dr. Roberto Troster. Entre os atenuantes usados pela defesa, a qualificação como homicídio simples e por se tratar de réu primário. O autor Halisson Nogueira, 26 anos, vai cumprir a pena de 6 anos em regime aberto. Foi o que decidiu o corpo de jurados.
Durante o julgamento, o promotor de justiça, Dr. Sérgio Álvares, lembrou o alto índice de homicídios no Brasil( em torno de 60 mil assassinatos cometidos por ano) ressaltando que uma das causas de índices tão alarmantes é a impunidade. O Réu já havia cumprido dois anos de detenção, complementando a pena final de 8 anos; praticamente a pena mínima para os enquadrados como homicídio simples, em que a detenção varia de 6 a 20 anos.
Conforme relato registrado em boletim policial, no dia 7 de novembro de 2016 o crime se deu como consequência de uma discussão em um bar no distrito de Guarda dos Ferreiros: Assim narra o BO: um homem de 34 anos de idade morreu após se envolver em uma briga iniciada em um bar.
A vítima chegou a ser socorrida com vida, porem não resistiu aos vários ferimentos e faleceu no Pronto Socorro de São Gotardo. O autor do crime foi localizado e preso pela Polícia Militar de São Gotardo.
Segundo informações da PM, a briga foi iniciada após um homem não concordar com o pagamento de uma conta gasta por ele e seus amigos em um bar conhecido como “Bar do Goiano”. Ao perceber a discussão, a vítima e proprietário do local, teria agredido o autor do crime, que prometeu se “vingar” da situação ocorrida.. Com a promessa feita, o autor voltou até o estabelecimento comercial e desferiu vários golpes de faca contra a vítima. Jalles M.C., de 34 anos e conhecido como “Goiano”.
Após buscas, o autor do crime Hallisson foi localizado pela PM em sua residência em Guarda dos Ferreiros. O homem confessou ser o responsável por efetuar os golpes contra a vítima. Ele foi preso e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Patos de Minas.